Soluções EDI
A normalização dos sistemas EDI permite ligações fiáveis a qualquer parceiro
Os sistemas de intercâmbio eletrónico de dados (EDI) tornaram-se a norma de comunicação B2B mais difundida para a integração de sistemas de informação entre empresas. A sua capacidade de se ligar automaticamente a diferentes parceiros, juntamente com a automatização de processos comerciais (encomendas, faturas, guias de remessa, etc.), impulsionou o desenvolvimento de várias soluções EDI adaptadas às necessidades de cada organização.
Neste guia apresentaremos as diferentes soluções EDI disponíveis (modalidade SaaS, Web EDI, In-House e Outsourcing), explicando o seu funcionamento, aplicações e vantagens para médias e grandes empresas. O objetivo é proporcionar uma visão pedagógica e profissional, ajudando os gestores de TI, a administração e os técnicos a compreender em profundidade qual a modalidade que melhor se adapta à sua empresa.
Tipos de soluções EDI
Nem todas as empresas têm as mesmas capacidades e o mesmo volume de negócios, pelo que o EDI não é uma solução homogénea. Ao longo dos anos, foram surgindo várias modalidades de soluções EDI adaptadas à dimensão, ao setor e aos recursos tecnológicos de cada organização. Desde plataformas EDI na nuvem (SaaS) que minimizam a infraestrutura interna, a soluções In-House instaladas nas instalações do cliente, a esquemas híbridos como o Web EDI para pequenos parceiros comerciais ou a externalização total através do Outsourcing EDI. Nesta secção, descrevemos as características de cada modalidade e os casos em que devem ser utilizadas.
SaaS EDI (EDI na nuvem)
As soluções SaaS EDI (Software as a Service) funcionam na nuvem, oferecidas como um serviço por um fornecedor especializado. Neste modelo, o software EDI é implementado num ambiente remoto gerido pelo fornecedor e ao qual a empresa acede através da Internet. Basta uma ligação à rede e um navegador Web para utilizar as ferramentas EDI para configurar e monitorizar a solução EDI integrada da empresa. Essencialmente, o fornecedor aloja a plataforma EDI nos seus centros de dados e mantém-na operacional para o cliente.
Uma característica fundamental do SaaS EDI é a integração com os sistemas internos do cliente. Estas plataformas em nuvem estão normalmente ligadas ao ERP ou outras aplicações de gestão empresarial, de modo que os dados fluem automaticamente entre o ERP e a solução EDI. Por exemplo, as encomendas geradas no ERP são transmitidas ao portal EDI para serem enviadas para o parceiro comercial, e as faturas EDI recebidas são convertidas para o formato interno para que o ERP as processe sem intervenção manual. Este intercâmbio constante e automatizado é possível graças a ligações seguras (VPN, API, etc.) ou a componentes de integração fornecidos pelo serviço de computação em nuvem.
Vantagens do EDI na nuvem
Modelo de nuvem e pagamento por utilização: Uma das vantagens do EDI na nuvem é que, por ser uma solução na nuvem, é normalmente contratado em regime de assinatura ou pagamento por utilização, pagando-se periodicamente de acordo com o volume de transações ou módulos utilizados. Isso converte as despesas de capital em despesas operacionais previsíveis.
Nenhum investimento em infraestruturas próprias: Toda a infraestrutura tecnológica (servidores, software EDI, comunicações, segurança, atualizações) é fornecida e gerida pelo fornecedor. O cliente não precisa de adquirir licenças, hardware ou de se ocupar da manutenção técnica, uma vez que o fornecedor assume o desenvolvimento da plataforma e as suas evoluções. Isso reduz a barreira à entrada e alivia a empresa dos encargos com as TI.
Escalabilidade e alta disponibilidade: As plataformas SaaS EDI são normalmente dimensionadas para escalar facilmente face a picos de volume (por exemplo, campanhas, crescimento do negócio) sem que o cliente tenha de fazer nada. Da mesma forma, os fornecedores garantem altos níveis de disponibilidade 24x7 e apoio, normalmente acordados em contratos SLA (por exemplo, a EDICOM oferece 99,9% de disponibilidade garantida), o que assegura a continuidade das operações comerciais.
Atualizações e conformidade regulamentar: Como o software é centralizado, o fornecedor aplica atualizações periódicas que incorporam novas funcionalidades ou adaptações legais (por exemplo, alterações nas normas ou requisitos de faturação eletrónica em diferentes países). Desta forma, o cliente trabalha sempre com uma solução atualizada sem ter de gerir projetos de atualização.
Graças a estas vantagens, o EDI na nuvem é atualmente uma das opções mais populares. É especialmente atrativo para as empresas que pretendem uma solução fácil de implementar, flexível e de baixo custo inicial, ou para as que pretendem expandir rapidamente o seu intercâmbio eletrónico a nível internacional sem implementar infraestruturas tecnológicas em cada país. Um fornecedor global de EDI na nuvem será capaz de ligar a empresa a parceiros em todo o mundo e lidar com várias normas (EDIFACT, X12, UBL, XML...) a partir de uma única plataforma. Em suma, o SaaS EDI proporciona integração total dos fluxos EDI com os sistemas corporativos, aproveitando as vantagens da nuvem em termos de simplicidade, segurança e desempenho.
In-House EDI (EDI interno ou On-Premise)
As soluções In-House EDI são o modo tradicional, onde a empresa instala e opera sua própria plataforma EDI no local (on-premise). Isso implica a implementação da infraestrutura de hardware e software necessária nos servidores da organização, assumindo internamente todos os componentes de uma solução de intercâmbio eletrónico de dados. Por outras palavras, a empresa é responsável pela criação de servidores, bases de dados, aplicações EDI, ligações de comunicação, etc., para poder trocar documentos com os seus parceiros comerciais.
A implementação do EDI in-house requer a consideração de vários elementos. Em primeiro lugar, é necessária uma arquitetura física e lógica robusta: servidores de aplicações e de bases de dados capazes de processar grandes volumes de transações, com armazenamento adequado para arquivar mensagens e sistemas de back-up para garantir a continuidade do serviço. Sobre esta infraestrutura desenvolve-se o software EDI correspondente, que tipicamente inclui:
Um cliente de mensagens B2B EDI para monitorizar o estado dos documentos enviados/recebidos e gerir aspetos operacionais (utilizadores, certificados digitais, alertas, etc.).
Um integrador de aplicações que orquestra a ligação entre a plataforma EDI e os sistemas internos (por exemplo, inserindo automaticamente uma encomenda EDI no ERP, ou extraindo uma fatura do ERP para a transformar em EDI).
Ferramentas de tradução e de mapeamento de dados, responsáveis pela conversão de documentos entre o formato interno da empresa e as diferentes normas EDI necessárias (EDIFACT, XML, ANSI X12, etc.). Deste modo, garante-se que, por exemplo, uma nota de entrega gerada no ERP seja convertida para a norma EDIFACT a enviar ao cliente, ou que uma nota de encomenda em formato X12 seja convertida para o formato compreendido pelo ERP.
Serviços de comunicações EDI, necessários para enviar e receber mensagens utilizando protocolos específicos (por exemplo, conectividade AS2, SFTP, OFTP ou ligação a redes VAN contratadas). Estes componentes gerem a segurança e o encaminhamento de dados entre a empresa e os seus parceiros.
Para além da infraestrutura técnica, uma solução interna bem-sucedida requer uma equipa humana especializada. As transações EDI são muitas vezes críticas para o negócio, pelo que a empresa deve ter profissionais de TI responsáveis pela manutenção contínua da plataforma, resolução de incidentes, atendimento a novos mapeamentos ou requisitos de parceiros, entre outras tarefas.
Vantagens e considerações do In-House EDI:
Controlo total: A empresa tem total controlo sobre a sua plataforma EDI, uma vez que esta se encontra na sua própria infraestrutura. Pode personalizar processos, definir prioridades e manter os dados internamente, se tal for exigido pela sua política de segurança ou pelos regulamentos do setor.
Independência em relação ao fornecedor: Ao contrário do SaaS, não há dependência de terceiros para o funcionamento diário (embora possa ser necessário o apoio do fabricante do software EDI). Isso evita custos de subscrição recorrentes, embora implique suportar os custos de licenciamento, pessoal e manutenção.
Elevados custos de arranque e de funcionamento: A implementação no local implica um investimento significativo em servidores, software, segurança, certificações e formação de pessoal. Também gera custos contínuos de apoio, atualizações e escalabilidade. Este modelo é normalmente viável para as grandes empresas com recursos e volume suficientes para justificar esse investimento.
Complexidade técnica: Um ambiente EDI local incorpora vários componentes tecnológicos que devem funcionar em harmonia. A gestão de integrações com vários parceiros, diferentes normas e diferentes protocolos aumenta a complexidade. Por exemplo, a entrada de um novo parceiro de negócios pode implicar o desenvolvimento de mapas de tradução adicionais e a criação de novas comunicações, que são da responsabilidade da equipa interna.
A conclusão é que este modo operacional de EDI está a chegar ao fim e faz todo o sentido. A principal razão para operar desta forma pode ser o facto de uma empresa querer estabelecer medidas de segurança física no acesso aos seus dados e até controlar os servidores onde os dados são armazenados e processados. No entanto, com a tecnologia atual e as medidas de segurança que um grande fornecedor de EDI tem em vigor, tanto nas suas instalações como nos seus servidores e protocolos de comunicação, essa razão, por si só, deixa de fazer sentido. Atualmente, tudo o que não passe por uma solução SaaS aumenta os custos e a complexidade no contexto do intercâmbio eletrónico de dados.
Web EDI (portais Web para EDI)
Para entender o que é e como funciona o Web EDI, é importante saber que se trata de uma solução pensada para empresas que precisam trocar um pequeno volume de documentos EDI e não possuem uma integração direta com um ERP ou sistema interno. Consiste basicamente na utilização de um portal web disponibilizado por um fornecedor de EDI, onde o utilizador pode enviar e receber mensagens eletrónicas através de formulários online. Ou seja, as informações EDI são introduzidas manualmente numa página Web em vez de serem geradas a partir de uma aplicação interna.
As soluções Web EDI são frequentemente utilizadas como uma alternativa de baixo custo para as PME ou para ligar pequenos fornecedores e clientes que não têm o seu próprio sistema EDI integrado. Por exemplo, uma grande empresa pode oferecer um portal EDI aos seus fornecedores mais pequenos para que estes carreguem as suas faturas ou confirmações de encomendas. Do lado dos fornecedores, basta-lhes um navegador e de Internet para participarem no intercâmbio eletrónico, sem instalarem software especializado ou desenvolvimentos de integração. Isso facilita a inclusão digital de todos os atores da cadeia de abastecimento.
Como funciona na prática? O utilizador do Web EDI inicia sessão no portal e pode visualizar os documentos EDI que o seu parceiro comercial lhe enviou (traduzidos num formato legível no ecrã, geralmente uma visualização do pedido de compra, por exemplo). Da mesma forma, para responder ou emitir um documento, o utilizador preenche um formulário Web com os dados necessários - por exemplo, cria uma fatura preenchendo campos como o montante, a descrição, etc. - e, ao enviá-la, o portal encarrega-se de converter essa informação no padrão EDI adequado e de a entregar ao destinatário. Do mesmo modo, quando a empresa recebe um documento, o portal apresenta-o ao utilizador de uma forma compreensível e pode também permitir a sua transferência em PDF ou noutro formato.
Características e utilizações do Web EDI:
Implementação simples: Não são necessários projetos de integração ou instalações complexas do sistema. Ao registar os utilizadores na plataforma Web, já é possível iniciar o intercâmbio de documentos. É uma porta de entrada no mundo do EDI para empresas novas ou com poucos recursos tecnológicos.
Investimento mínimo: Normalmente, é contratado como um serviço de assinatura de baixo custo ou mesmo gratuito para determinados utilizadores (por vezes, as grandes empresas oferecem o portal aos seus fornecedores gratuitamente para garantir a adoção). Não é necessário investir em hardware ou licenças dispendiosas.
Funcionamento manual: No lado menos positivo, não é automatizado com os sistemas internos da empresa utilizadora. Cada documento requer que um utilizador humano introduza ou extraia dados manualmente. Isso torna-o inviável quando o volume de transações aumenta, uma vez que pode introduzir atrasos e erros de digitação. Por conseguinte, o Web EDI é recomendado para fluxos de transações reduzidos ou ocasionais.
Funcionalidade limitada: Os portais permitem normalmente transações básicas (envio/receção de encomendas, avisos de envio, faturas, etc.) mas podem não ter funcionalidades de integração avançadas. No entanto, muitos portais EDI oferecem algumas comodidades, como modelos pré-carregados, catálogos de produtos, validações de campo e rastreabilidade básica (confirmação de que o destinatário abriu ou aceitou o documento, por exemplo).
Em suma, o Web EDI é a solução indicada para incluir no intercâmbio eletrónico com parceiros comerciais pequenos ou pontuais, de forma rápida e económica. Pode também ser útil nas fases iniciais de um projeto-piloto de EDI. No entanto, à medida que uma empresa aumenta o seu volume de intercâmbio ou procura uma eficiência total, migra frequentemente para uma integração EDI automatizada (através de SaaS ou de uma implementação interna), uma vez que evitar a reintrodução manual de dados será fundamental para obter maiores benefícios de automatização.
Externalização de EDI (serviços geridos de EDI)
Por fim, o Outsourcing EDI é uma modalidade em que a empresa externaliza toda a gestão da sua plataforma EDI a um terceiro especializado (um fornecedor de serviços EDI). Ao contrário do SaaS EDI, que terceiriza principalmente a infraestrutura tecnológica, a terceirização também inclui o funcionamento e a administração diária da solução. Por outras palavras, todas as tarefas necessárias para configurar, monitorizar e manter a solução de integração de dados do cliente são delegadas ao fornecedor.
Com o EDI Outsourcing, a empresa utilizadora já não tem de se preocupar em aceder à plataforma para gerir nada, dado que os profissionais do fornecedor assumirão essas tarefas, garantindo o funcionamento ideal da solução. Isso envolve desde a configuração inicial (mapeamentos, ligações com cada parceiro, testes de intercâmbio), passando pela vigilância proativa do sistema (controlo da transmissão correta de todas as mensagens, resolução de incidentes de comunicação, novas tentativas em caso de falhas, etc.), até à manutenção evolutiva (registo de novos parceiros ou documentos, atualização de formatos quando as normas mudam, atendimento a alterações legais em diferentes países, etc.).
Na prática, a subcontratação do EDI envolve frequentemente a combinação de uma plataforma robusta de SaaS EDI com uma equipa dedicada de especialistas do fornecedor atribuída à conta do cliente. Por exemplo, a EDICOM oferece esse serviço através de EDICOM Managed Services, onde técnicos especializados atuam como "escritório EDI" subcontratado da empresa contratante. Estes técnicos são responsáveis pela administração contínua: registo de novos parceiros, manutenção dos fluxos de integração, apoio aos parceiros comerciais, monitorização 24x7 da plataforma, entre outras tarefas. Para a empresa utilizadora, isto significa que pode concentrar-se na sua atividade principal, deixando a operação do EDI nas mãos de especialistas. Em termos simples, o fornecedor torna-se numa extensão do departamento de TI da empresa em todas as questões relacionadas com o intercâmbio eletrónico.
Vantagens do Outsourcing EDI:
Especialistas dedicados: O fornecedor aloca pessoal com elevada especialização em EDI, normas e protocolos, assegurando uma gestão profissional. Isso traduz-se frequentemente em taxas de erro mais baixas, resolução mais rápida de problemas e adoção mais rápida de melhorias na plataforma.
Redução de tempo e recursos: A empresa não precisa de dispor de uma grande equipa interna de EDI ou de a formar constantemente; pode reduzir os custos operacionais ao não manter pessoal 24x7 para essas funções. Além disso, os custos de infraestruturas são evitados, uma vez que a externalização se baseia normalmente na nuvem do fornecedor (solução SaaS).
Serviço integral e acompanhamento contínuo: O fornecedor compromete-se com níveis de serviço (disponibilidade, tempos de resposta) através de SLAs e monitoriza a plataforma numa base contínua. Por exemplo, se uma transação não chegar ao seu destino, a equipa do fornecedor deteta-o e toma medidas antes mesmo de o cliente ter de intervir. Isso garante fiabilidade aos intercâmbios com todos os parceiros comerciais.
Escalabilidade operacional: Adicionar novos parceiros comerciais ou aumentar o volume de mensagens é mais fácil, uma vez que o fornecedor dispõe de procedimentos e equipamento para absorver esta carga adicional (por exemplo, ativando rapidamente mapas EDI predefinidos para determinados documentos ou estabelecendo ligação com retalhistas populares que o fornecedor já integrou para outros clientes). A empresa contratante pode crescer sem ter de se preocupar se a sua equipa de EDI interna será suficiente.
Em suma, o Outsourcing EDI é uma excelente opção para as médias e grandes empresas que pretendem obter os benefícios do EDI sem empregar os seus próprios recursos na sua gestão. É especialmente útil em ambientes complexos com muitos parceiros internacionais, várias normas ou conformidade regulamentar rigorosa, onde ter um parceiro especializado faz toda a diferença. Ao delegar as operações de EDI, a empresa assegura a continuidade do serviço (o fornecedor dispõe normalmente de redundância de pessoal e de infraestruturas) e adquire tranquilidade porque as suas comunicações B2B críticas estão nas mãos de profissionais. Como resultado, a empresa pode concentrar-se na sua cadeia de valor principal - vendas, logística, apoio ao cliente - sabendo que a automatização do EDI subjacente a esses processos está a funcionar de forma ideal e é apoiada por uma equipa dedicada.
Comparação dos diferentes tipos de soluções EDI
Na seguinte tabela comparativa podemos observar as diferenças entre os diferentes tipos de soluções EDI: SaaS EDI (EDI na nuvem), In-House EDI, Web EDI e Outsourcing EDI.
| SaaS EDI | In-House EDI | Web EDI | Outsourcing EDI | |
|---|---|---|---|---|
| Tratamento dos dados | Automatizado | Automatizado | Semiautomático | Automatizado |
| Integração com ERP | Sim | Sim | Não | Sim |
| Volume de documentos | Médio-Alto | Médio-Alto | Baix-Médio | Médio-Alto |
| Gestão do serviço | Cliente | Cliente | Cliente | Fornecedor |
| Fatura eletrónica | Sim | Sim | Sim | Sim |
| Localização de hardware | Centro de dados do fornecedor | Instalações do cliente | Centro de dados do fornecedor | Centro de dados do fornecedor |
Caso de sucesso: ASICS e a automatização de processos com o EDI
A história de sucesso da ASICS mostra claramente os benefícios de uma solução EDI bem implementada. A empresa empreendeu um projeto de transformação digital com a EDICOM para automatizar o seu ciclo Order-to-Cash (da encomenda à cobrança) e acelerar a incorporação de novos retalhistas na sua rede de distribuição.
Descubra os quatro episódios contados em primeira mão pela ASICS!
Conclusões
Explorámos as principais modalidades de soluções EDI para empresas –desde SaaS e Web EDI até esquemas In-House e serviços de Outsourcing – entendendo as suas características e aplicações. Cada abordagem oferece vantagens específicas consoante o contexto. Não existe uma solução "universal" adequada para todos os casos; a escolha depende da dimensão da empresa, do seu volume de transações, das capacidades de TI, do orçamento e da estratégia comercial.
Para os gestores de TI ou administrativos que estão a aprender sobre esta tecnologia, é importante avaliar as opções com uma visão técnica e operacional. Considerações como a integração com sistemas ERP, requisitos de conformidade legal (por exemplo, faturação eletrónica obrigatória em certos países), escalabilidade futura e o nível de apoio desejado devem ser tidos em conta na definição do roteiro de EDI da organização.
Em qualquer caso, a adoção do EDI é um passo para a automatização dos processos de negócio e para a transformação digital da empresa. As soluções aqui descritas permitem-lhe eliminar tarefas manuais, acelerar o fluxo de informação e estabelecer relações comerciais mais eficientes e seguras com clientes, fornecedores e parceiros logísticos. Contribuem igualmente para a sustentabilidade, reduzindo o consumo de papel e melhorando a rastreabilidade das operações.
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