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Faturamento eletrônico na França (2026–2027): PPF, PA, Diretório, requisitos mínimos e calendário

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Faturamento eletrônico na França: uma mudança que afeta todo o processo

O faturamento eletrônico na França muda a forma de emitir, receber, enviar e reportar faturas no ambiente B2B. A reforma combina e-Invoicing e e-Reporting, com um modelo em Y no qual intervêm o PPF, as Plataformas Acreditadas e o Annuaire para identificar o destinatário e definir o canal correto de intercâmbio.

O desafio não está apenas em gerar faturas em Factur-X, UBL 2.1 ou CII. As empresas terão que trabalhar com dados estruturados, cumprir o Socle Minimum, comunicar eventos do ciclo de vida da fatura e transmitir informações fiscais à DGFiP. Isso exige revisar como se conectam ERP, middleware, conectores, circuitos de validação e processos de controle interno.

Para empresas multinacionais, a complexidade aumenta quando existem vários sistemas, dados mestres pouco homogêneos, fluxos transfronteiriços ou modelos de integração diferentes por país. A escolha de uma solução de faturamento eletrônico na França condiciona o envio, a interoperabilidade entre plataformas, a gestão de erros, a rastreabilidade e a sincronização de status como emissão, recebimento, rejeição, aceitação ou pagamento.

Este vídeo pode ajudar se você faz parte de equipes de Finanças, Fiscal, Compliance, TI, Transformação Digital ou Serviços Compartilhados e precisa entender o que muda em 2026 e 2027 antes de definir um roteiro técnico e operacional.